
Essa é a faixa em que a dúvida aparece com mais força. Abaixo de 10 computadores quase ninguém contrata alguém dedicado; acima de 50, quase sempre existe alguém interno. Entre 10 e 30, a decisão precisa ser feita com números.
O custo real de um analista interno
Um analista de TI pleno em Goiânia custa, com encargos, benefícios e provisões, algo entre R$ 6.000 e R$ 9.000 por mês para a empresa. A isso somam-se férias, afastamentos, treinamento e o risco de rotatividade — e ainda assim é uma pessoa só, com um conjunto limitado de especialidades.
O que o outsourcing entrega nessa faixa
- Custo mensal previsível, geralmente entre R$ 2.500 e R$ 5.500.
- Cobertura de várias especialidades (rede, servidor, segurança, backup) sem contratar vários profissionais.
- Continuidade garantida em férias, faltas e desligamentos.
- SLA contratado, com prazo de resposta escrito e mensurável.
Quando faz sentido ter alguém interno
- Existe sistema proprietário ou processo interno que exige presença constante.
- A operação é 24x7 e depende de intervenção física frequente.
- A empresa já tem maturidade de TI e precisa de gestão diária no chão de fábrica.
O modelo híbrido
Na prática, a combinação mais eficiente costuma ser um técnico interno para o dia a dia (atendimento ao usuário, periféricos, rotina) apoiado por um contrato de outsourcing que cobre servidores, segurança, backup e projetos. A empresa mantém presença e ganha profundidade técnica sem inflar a folha.
Como decidir
Some o custo anual do time interno, inclua o risco de indisponibilidade e compare com o contrato de terceirização equivalente em escopo. Em quase todos os cenários entre 10 e 30 estações, o outsourcing (puro ou híbrido) entrega mais cobertura pelo mesmo dinheiro.
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