Governança

LGPD na prática: o que sua empresa precisa revisar em 2026

Mapeamento de dados, políticas de acesso, retenção e resposta a incidentes: um checklist objetivo para manter a conformidade no dia a dia da TI.

Reunião de consultoria de TI analisando indicadores

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) já não é mais uma novidade, mas continua sendo um dos pontos que mais geram dúvidas — e riscos — para empresas de todos os portes. Não se trata apenas de ter uma política de privacidade publicada no site: a lei exige que dados pessoais de clientes, funcionários e fornecedores sejam tratados com segurança em toda a infraestrutura de TI.

Alguns pontos que costumam passar despercebidos em auditorias de conformidade:

  • Controle de acesso: quem, dentro da empresa, tem permissão para acessar quais dados? Esse controle precisa estar documentado e ser periodicamente revisado.
  • Backups e retenção: dados pessoais armazenados em backups também precisam seguir as regras de proteção e tempo de retenção definidas pela lei.
  • Criptografia: informações sensíveis devem estar protegidas tanto em trânsito (ao serem enviadas) quanto em repouso (armazenadas em servidores).
  • Plano de resposta a incidentes: em caso de vazamento, a empresa precisa ter um processo claro de identificação, contenção e comunicação.

Adequar a infraestrutura de TI à LGPD é um processo contínuo, não uma tarefa única. Isso envolve tanto ajustes técnicos (firewalls, criptografia, controle de acesso) quanto processos de governança e treinamento das equipes.

A Keter oferece consultoria especializada para avaliar o nível de maturidade da sua empresa em relação à LGPD e implementar as correções necessárias na infraestrutura.

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